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domingo, 28 de janeiro de 2018

Responsabilidade energética!

O que fazemos, pensamos e sentimos, são vibrações energéticas e influenciam a tudo e a todos. 

Tudo é energia!

É chegada a hora ou até posso dizer que já passou da hora, do ser humano se conscientizar da sua responsabilidade energética. 

Mas para que isso aconteça, torna-se necessário adquirir conhecimento.


Para começarmos a pensar e agir positivamente, dentro desta responsabilidade energética, eu trouxe um texto muito bom da amiga Ana Norões, que pertence ao Movimento Teia de Vida.

"Os relacionamentos existem para nos mostrar nossa realidade pessoal e sustentar as nossas ideias coletivas, a fim de aprendermos a viver processando a energia da vida e doando ao universo aquilo que ele nos doa: amor. Este sentimento de conexão com o todo se manifesta em forma de criatividade e realizações surgidas com a prática da observação e do respeito.

No sistema fragmentado, onde a formação humana se baseou em princípios materialistas, a cultura social seguiu o mesmo caminho, e o amor passou a ser compreendido com a ideia de posse do amante sobre a pessoa amada. O outro, no mais das vezes, é visto apenas como uma espécie de objeto de consumo, para ser usado na satisfação de necessidades afetivas, sexuais ou de autoafirmação. Nesta inversão de valores a palavra poder passa a representar domínio, humildade foi compreendida como humilhação. É nessa deturpação de conceitos que o sistema de dependência nos faz inconscientemente construírem relacionamentos desgastantes, criando dificuldades para a nutrição, reciclagem e compreensão do ser, gerando sofrimento na mesma proporção de nossas carências afetivas.

 É importante saber que não dependemos de ninguém, porque temos o universo para suprir todas as energias que necessitamos e com criatividade poderemos suprir todas nossas necessidades, porque continuamos habitando um paraíso de recursos naturais.

 Não apenas nos relacionamentos amorosos, mas também entre pais, filhos e amigos, existe a tentação de encontrar a unidade absoluta ou a segurança um no outro. Esse fluxo necessita ser mantido pela sinceridade e pela lealdade ao que se fala, por isso precisamos ser livres para nos expressar com honestidade e gerar a liga que conecta as essências, mas sem dependências.

Imagine um pai ou uma mãe que deseja que o seu filho realize os sonhos que ele mesmo não conseguiu concretizar; ou um filho que, já adulto, ainda se prende aos seus pais e os considera como o seu porto seguro. Que consequências esses relacionamentos trarão para as pessoas envolvidas? 

Lembrar que as nossas carências não serão curadas por um relacionamento, mas por nós mesmos, através da completa conscientização de quem somos pode nos tirar desta situação doentia de dependência afetiva e material. É através da percepção da nossa própria capacidade de nos conhecer para nos governar, que podemos descobrir este poder e usá-lo para evitar muito sofrimento.

 Este é o objetivo e o destino da nossa jornada. 

Amor e a segurança, que tanto necessitamos, estão presentes dentro de nós mesmos. "

Ana Norões

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Super beijo no coração!